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Conselho de Segurança Histórico 2
(CSH2) - 1972

Crise dos misseis em Cuba

Na XVI ONU colegial, o Conselho de Segurança Histórico traz à tona um tema interessantíssimo: a crise dos mísseis de Cuba! Como se trata de um comitê histórico, os senhores deverão utilizar dados e informações publicadas até 1962, ano em que o Conselho ocorrerá.


Em um mundo bipolarizado, dividido entre capitalistas e socialistas, como está o cenário da geopolítica mundial? Como será uma reunião do Conselho de Segurança, comitê que possui certa fama, em meio à um dos maiores conflitos diplomáticos que o mundo já viu?


Debates acalorados e discussões acirradas acerca de um dos pontos mais quentes da Guerra Fria aguardam pelos senhores no CSH2.

Cordialmente,

Catharina Armond, Luca Cipriano, Guilherme Cals e Eduardo Fontoura

Diretores CSH2

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Simulação da Simulação

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CSH 2: Imagem

Primeiro dia de debate deixam delegados do CSH2 com altas expectativas para discussões futuras

Por Luísa Guida, 30/06/2021, 16ª ONU Colegial

Após longas sessões com muitas discussões de todos os delegados no comitê do CSH2, na 16ª ONU Colegial, iniciou-se o primeiro dia de simulação oficial. Logo no início, a maioria das delegações se separou em dois polos: capitalista e socialista. Os debates foram iniciados com vários países reforçando sua aliança aos Estados Unidos, alegando que os mísseis presentes em Cuba ameaçam a paz mundial e devem ser retirados imediatamente, uma vez que, tais armamentos podem destruir quase todo território estadunidense. Por outro lado, o bloco socialista respondeu, alegando que as armas presentes no território seriam apenas para defesa pessoal, visto que, os Estados Unidos haviam implantado mísseis que, por mais que anunciado nas discussões que seriam menos potentes, estavam ameaçando a União Soviética pelo fato de estarem em território Italiano e turco, que são geograficamente próximos da URSS.


Diante da tensão no comitê e a urgência de inúmeros assuntos a serem resolvidos, a  República Turca contatou a República Árabe Unida para que, juntos, pudessem elaborar uma possível Agenda, onde houvesse a ordem de questões a serem debatidas e a organização fosse estabelecida. Sendo assim, uma Moção para debate não moderado foi solicitada e, com a permissão dos diretores, foi autorizado o projeto  e consequentemente, chegou-se a um acordo para o cumprimento do planejado. Como proposto para melhor rumo do debate, O Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, iniciou um assunto pertinente, sugerindo que todos deveriam debater sobre o Governo de Cuba. Os membros até então aliados aos Estados Unidos, se recusaram a reconhecer esse governo, mesmo deixando muitas delegações contrárias confusas, principalmente as delegações aliadas de Cuba, que argumentaram dizendo que os Estados Unidos apoiam uma ditadura, a República Turca. Entretanto, a delegação oposta, já com uma resposta, alegou que a Turquia se alinha aos ideais capitalistas, por isso tal aliança.


Retomando ao assunto mísseis, a delegada americana se dispôs a discutir mísseis da Turquia e da Itália juntamente com Cuba, para que houvesse algum tipo de sugestão que agradasse a todos. Devido a isso, foram criados diversos Documentos Provisórios de ambos os blocos, para que essa negociação ocorresse de maneira mais pacífica possível. No entanto, houve resistência na retirada desses mísseis, uma vez que o grupo capitalista planejava deixar parte de seus armamentos e os socialistas deveriam tirar todos os seus mísseis do território cubano ou haveria uma segunda opção: a retirada mútua, mas isto não foi bem-vindo e gerou outros conflitos.  Isto não foi muito bem-visto, gerando assim inúmeras discussões até todos chegarem a um acordo em que Cuba deveria imediatamente retirar 100% dos mísseis se o outro bloco também removesse 100% de suas armas na Turquia, além de transferir 50% para a Islândia, 25% seriam totalmente retirados da Itália e os outros 25% permaneceriam no território.


Com todas as delegações se entendendo um pouco mais, iniciou-se o debate do bloqueio de navios estabelecido primeiramente pelos Estados Unidos, o objetivo inicial era fiscalizar possíveis mísseis vindo de embarcações, deixando apenas recursos importantes entrarem. Sendo assim, sem a presença no momento de mísseis, decide-se acabar com esse bloqueio pois não haveria mais necessidade. Dessa maneira, o debate se encaminhou a um possível tratado de paz, mas foi possível identificar que algumas delegações ainda possuem assuntos pendentes que, provavelmente, possam ser discutidos futuramente. Espera-se ansiosamente pelo segundo dia de debate, que promete continuar se desenvolvendo assim como no dia anterior.

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Coletiva de Imprensa

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Crise movimenta CSH2 deixando delegados confiantes para o último dia de debate

Depois de uma complicada crise, delegados ainda negociam a paz deixando todos ansiosos para o que será decidido. 

Por Luísa Guida, 01/07/2021, 16ª ONU Colegial

Com delegados participativos, mesa animada e algumas questões a serem resolvidas, o segundo dia de debates foi imensamente proveitoso, conseguindo, assim, satisfazer a todos para melhor resolução dos assuntos pendentes. A República Popular da China começou argumentando, afirmando que não era possível propor qualquer tratado de paz sem o reconhecimento do governo Cubano, iniciando, assim, um tópico pertinente e que foi debatido durante toda a sessão, mantendo opiniões totalmente divididas entre os delegados presentes. 


No início da 6 sessão, o comitê foi informado que um submarino afundou depois que passou pela barreira americana acidentalmente. Tal notícia deixou os delegados tensos, uma vez que, isso significava que deveriam achar uma solução para o problema e, assim, elaborar um Projeto de Resolução. Por isso, vários debates não moderados foram acatados pela mesa e, como todos no comitê estavam preocupados com o ocorrido, houveram várias discordâncias. 


Depois de aproximadamente 5 horas tentando solucionar a urgência, todos os países concordaram que os membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) deveriam pagar dez mil dólares de indenização às vítimas do incidente. Essa medida foi tomada devido à conclusão que os Estados Unidos decidiu afundar este submarino que pertencia à União Soviética, pois eles atravessaram o bloqueio que havia sido estabelecido, deixando 70 pessoas mortas. Além disso, os membros da OTAN devem pagar os $5.600.000,00 que serão divididos entre a República de Cuba e integrantes do Pacto de Varsóvia. Ademais, enviarão tropas ‘peacemakers’ à Cuba, para barrar qualquer tipo de armamento, além disso, também foi imposto o fim da quarentena naval. 


Após a satisfatória resolução, os assuntos do início do dia, interrompidos pela urgência do ocorrido, retornaram. Logo, com os delegados confiantes de suas decisões pós-crise, as últimas discussões foram bem interessantes. Com o Governo de Cuba ainda não reconhecido pelos Estados Unidos, a representante americana propôs que, dentro de 40 anos, o governo cubano iria ser reconhecido, assim podendo facilitar a paz entre os 2 blocos. Entretanto, isso desagradou o bloco socialista, que gostaria de que, dentro de 10 anos, o governo cubano teria que ser reconhecido pelos Estados Unidos. Porém, a delegada americana sugeriu que poderia reconhecer o governo de Cuba em 20 anos. Infelizmente o tempo da sessão chegou ao fim, mas pela última fala cubana, eles ainda estavam dispostos a negociar não só o reconhecimento, mas também a organização dos mísseis. 

No início da 6 sessão, o comitê foi informado que um submarino afundou depois que passou pela barreira americana acidentalmente. Tal notícia deixou os delegados tensos, uma vez que, isso significava que deveriam achar uma solução para o problema e, assim, elaborar um Projeto de Resolução. Por isso, vários debates não moderados foram acatados pela mesa e, como todos no comitê estavam preocupados com o ocorrido, houveram várias discordâncias. 


Depois de aproximadamente 5 horas tentando solucionar a urgência, todos os países concordaram que os membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) deveriam pagar dez mil dólares de indenização às vítimas do incidente. Essa medida foi tomada devido à conclusão que os Estados Unidos decidiu afundar este submarino que pertencia à União Soviética, pois eles atravessaram o bloqueio que havia sido estabelecido, deixando 70 pessoas mortas. Além disso, os membros da OTAN devem pagar os $5.600.000,00 que serão divididos entre a República de Cuba e integrantes do Pacto de Varsóvia. Ademais, enviarão tropas ‘peacemakers’ à Cuba, para barrar qualquer tipo de armamento, além disso, também foi imposto o fim da quarentena naval. 


Após a satisfatória resolução, os assuntos do início do dia, interrompidos pela urgência do ocorrido, retornaram. Logo, com os delegados confiantes de suas decisões pós-crise, as últimas discussões foram bem interessantes.


Com o Governo de Cuba ainda não reconhecido pelos Estados Unidos,  a representante americana propôs que, dentro de 40 anos, o governo cubano iria ser reconhecido, assim podendo facilitar a paz entre os 2 blocos. Entretanto, isso desagradou o bloco socialista, que gostaria de que, dentro de 10 anos, o governo cubano teria que ser reconhecido pelos Estados Unidos. Porém, a delegada americana sugeriu que poderia reconhecer o governo de Cuba em 20 anos. Infelizmente o tempo da sessão chegou ao fim, mas pela última fala cubana, eles ainda estavam dispostos a negociar não só o reconhecimento, mas também a organização dos mísseis.

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Delegados do CSH2 chegam em um acordo e elaboram um Projeto de Resolução para a Crise dos Mísseis de Cuba

Por Luísa Guida, 02/07/2021, 16ª ONU Colegial

A última sessão deixou todos muito orgulhosos devido ao imenso trabalho dos delegados, que juntos conseguiram estabelecer acordos visando a paz mundial. A elaboração do Projeto de Resolução foi demorada, tendo em vista que os últimos 2 dias de debate foram essenciais para as decisões.


Foi decidido que todos os mísseis existentes no território Turco e Cubano seriam totalmente retirados. Porém parte dos mísseis pertencentes na Itália seriam retirados totalmente, outros iriam ser transferidos à Islândia, e o restante permaneceria no próprio país. Além de que o reconhecimento do governo cubano, seria reconhecido em até 17 anos. Outras decisões foram concretizadas, como o indenizações para as famílias das vítimas e do submarino afundado anteriormente. 


Após longas horas confeccionando o Projeto de Resolução, um novo assunto foi iniciado pela delegação do Canadá sobre uma confecção de projeto de lei para controle de armas visando mais paz, assim, todas as delegações concordaram afirmando ser importante. Apesar disso, infelizmente o tempo da sessão estava se esgotando, mas todos os delegados afirmaram que em futuras reuniões iriam trazer essa ideia novamente. 


Sendo assim, a Onu Colegial de 2021 chega ao fim e deixa 4 dias marcados nas vidas de todos os participantes. Mesmo com o modelo online, foi possível desfrutar dessa incrível experiência que mesmo com constantes desentendimentos entre as delegações, teve um desfecho onde uma grande família foi formada e a paz foi estabelecida. Agora, fica somente a espera para a simulação do ano que vem, que certamente será tão incrível como esta, já que com tantos novos participantes, deixa sempre uma empolgação para futuros delegados. 

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Diretores CSH2

CSH 2: Equipe
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Catharina Armond

Diretora CSH 2

Olá, senhores delegados, sejam muito bem-vindos ao Conselho de Segurança Histórico 2 da ONU! Sou Catharina Armond, da turma 16, e não  poderia estar mais feliz por compor a mesa diretora desse comitê incrível. Aguardo os senhores nos debates acalorados sobre esse tema tão importante. Nos vemos na 16ª ONU colegial!

Imprensa CSH2

CSH 2: Membros da Equipe
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Luísa Guida

Imprensa CSH2

Oi gente! Eu sou a Luísa da turma 26 e farei parte da imprensa do CSH2. Esta é a minha primeira vez participando da Onu Colegial e estou muito ansiosa para acompanhar os debates do meu comitê e deixá-los informados sobre os acontecimentos que ocorrerão!

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